Representação
Participação em fóruns garante defesa do cooperativismo
A Organização das Cooperativas Brasileiras está presente em diversos conselhos
e fóruns, públicos e privados, que representam e defendem os interesses das
cooperativas. São eles:
Aliança Cooperativa Internacional (ACI)
A Aliança Cooperativa Internacional é a organização de representação do
cooperativismo e de defesa da identidade cooperativa em nível mundial. Com sede
em Genebra, na Suíça, existe há mais de 100 anos e congrega cerca de 800
milhões de pessoas ligadas a 230 organizações cooperativas de mais de 100
países. Ela mantém cinco escritórios continentais e também é estruturada em
organizações setoriais. Clique aqui
e entre na página da ACI.
Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI-Américas)
Constitui a seção regional da ACI e observa os mesmos princípios da ACI
Internacional com relação ao reconhecimento do cooperativismo como forma de
promoção do desenvolvimento. A ACI-Américas tem participado ativamente do
processo preparatório de diversas reuniões estratégicas em nível subregional.
Clique aqui e entre na página da ACI-Américas.
Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES)
O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social é um órgão composto em sua
maioria por representantes da sociedade civil, de caráter consultivo da
Presidência da República. Por meio da promoção do diálogo social, a entidade
qualifica e viabiliza a discussão da agenda política do Governo, como
instituição representativa da sociedade. Seu principal desafio é estabelecer o
diálogo entre as diversas representações da sociedade civil a fim de e discutir
as políticas públicas e propor medidas para alavancar o crescimento. Os membros
do Conselho são designados por ato formal do Presidente da República por dois
anos. Participam do CEDES 102 conselheiros, dentre Ministros de Estado e
representantes da sociedade civil, designados pelo Presidente da República para
mandatos de dois anos, facultada a recondução.
Clique aqui e entre na página do CDES.
Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea)
O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional é um foro de
articulação entre governo e sociedade civil na proposição de diretrizes para
ações na área da alimentação e nutrição. Instalado no dia 30 de janeiro de
2003, o Conselho tem caráter consultivo e assessora o Presidente da República
na formulação de políticas e na definição de diretrizes para que o país garanta
o direito à alimentação. O Consea é formado hoje por 59 conselheiros - 42
representantes da sociedade civil organizada e 17 ministros de Estado e
representantes do Governo Federal, além de 16 observadores convidados.
Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca (Conape)
Fórum governamental com o objetivo de assessorar a Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca (SEAP) na formulação de políticas para o setor e monitorar ações desenvolvidas pelo Governo Federal, para o setor. O Conselho tem caráter consultivo e é composto por 54 membros, sendo 27 de órgãos da administração federal e 27 de entidades da sociedade civil organizada. É composto por representações de pescadores, aqüicultores, empresários, armadores, pesquisadores e dos ministérios correlatos. Presidido pelo Secretário Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República, a estrutura funcional da entidade é composta por Plenário, Secretaria e Comitês e Grupos Temáticos.
Clique aqui e entre na página do Conape.
Conselho Nacional de Economia Solidária (CNES)
Órgão colegiado, consultivo e propositivo composto por representantes da sociedade civil e do poder público, vinculado
ao Ministério do Trabalho e Emprego. Tem por finalidade realizar a interlocução e buscar consensos em torno de
políticas e ações de fortalecimento da economia solidária. O Conselho é composto por 56 conselheiros, representantes
de órgãos governamentais, empreendimentos econômicos solidários e outras organizações da sociedade civil, entre
elas a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA)
Órgão consultivo vinculado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Tem, entre suas obrigações, controlar a aplicação da Política Agrícola, especialmente no que concerne ao fiel cumprimento dos seus objetivos e adequada aplicação dos recursos destinados ao setor. A representação da OCB apóia a formulação de políticas voltadas às cadeias produtivas nas quais o cooperativismo está inserido, e articula com agentes públicos e privados para definir ações prioritárias de interesse comum, visando a atuação sistêmica e integrada dos diferentes segmentos produtivos.
Conselho do Agronegócio (Consagro)
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) instalou, no dia 14/10/1998, o Conselho do Agronegócio (Consagro), órgão consultivo formado pelos setores público e privado, para ser o grande formulador das políticas para o setor. De forma paritária, os organismos governamentais ligados ao agronegócio e o setor privado, com suas entidades de classe, como a OCB, avaliam, negociam e implementam mecanismos, diretrizes e estratégias competitivas para o agronegócio brasileiro.
Conselho das Cidades (ConCidades)
O Conselho das Cidades é constituído por 71 titulares – 41 representantes de
segmentos da sociedade civil e 30 dos poderes públicos federal, estadual e
municipal – além de 71 suplentes, com mandato de dois anos. Reúne
representantes de entidades de movimentos populares, trabalhadores,
empresários, ONGs e entidades acadêmicas e profissionais com a missão de
assessorar e propor diretrizes para o desenvolvimento urbano, políticas de
habitação, saneamento ambiental, trânsito, transporte e mobilidade urbana. É um
instrumento que assegura a participação cidadã nas decisões sobre as políticas
públicas. Outra atribuição do Conselho é contribuir com os municípios na
aplicação do Estatuto das Cidades, a Lei Federal 10.257, instituída em 2001.
Clique aqui e entre na página do ConCidades.
Comissão Especial de Recursos do Proagro (CER)
A Comissão Especial de Recursos decide sobre recursos relativos à apuração de
prejuízos e respectivas indenizações no âmbito do Proagro, cujos objetivos são:
exonerar o produtor rural de obrigações financeiras relativas a operações de
crédito rural de custeio, cuja liquidação seja dificultada pela ocorrência de
fenômenos naturais, pragas e doenças que atinjam bens, rebanhos e plantações; e
indenizar recursos próprios utilizados pelo produtor rural em custeio rural,
quando ocorrerem perdas em virtude dos eventos citados anteriormente.
Fórum Permanente do Seguro Rural
No dia 19/12/2003, foi editada a Lei 10.823 que dispõe sobre a subvenção ao prêmio do Seguro Rural. Foi criado, no dia 27/4/2004, na Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp), o Fórum Permanente do Seguro Rural. Seu objetivo é acompanhar de forma sistemática as ações necessárias para a implantação da subvenção do Seguro Rural no Brasil.
Programa de Desenvolvimento da Aquicultura do Semi-árido
O programa visa fortalecer e modernizar a infra-estrutura produtiva do setor de
aqüicultura do Semi-árido, estimulando a sua competitividade e
sustentabilidade, mediante o financiamento de itens necessários à viabilização
econômica dos empreendimentos, excetuando-se, dentre outros itens e atividades
excluídos desse programa, o financiamento de terras e terrenos, transferência
de edificações, veículos de passeio e veículos importados.
Comitê Gestor Nacional de Universalização de Energia Elétrica
O Comitê Gestor Estadual é responsável por receber as demandas, definir
prioridades, acompanhar o cumprimento de metas e garantir a implementação do
Programa. Além disso, faz a fiscalização e acompanha a execução (indicadores e
inspeção física) das obras. Para isso, o Comitê conta com uma equipe de 3
engenheiros, 6 agentes e 1 fiscal, os quais viajam 4 dias por semana para
dirimir quaisquer dúvidas e/ou procedimentos a serem executados.
Fórum Permanente de Empresas de Pequeno Porte
O Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, presidido e
coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, é
um ambiente destinado a tratar de todos os temas pertinentes a este segmento
empresarial, exceto os aspectos tributários. Tem a função de orientar e
assessorar a formulação e coordenação da política nacional de desenvolvimento
das microempresas e empresas de pequeno porte, bem como acompanhar e avaliar a
sua implementação.
Foro Consultivo Econômico e Social do Mercosul (FCES)
O Foro Consultivo Econômico e Social do Mercosul constitui canal privilegiado de
interlocução entre a sociedade civil dos quatro Estados Membros do Mercosul e o
Grupo Mercado Comum (GMC). É a instância representativa dos setores econômico e
social do Mercosul, com função consultiva. Cabe ao foro analisar e avaliar o
impacto econômico e social das políticas de integração do bloco. A entidade
promove os interesses cooperativistas na agenda política continental, bem como o
fortalecimento do setor nos espaços de negociação nacional e internacional. Está
composta por 36 representantes, sendo nove de cada Estado Membro. Trata-se do
espaço de defesa dos interesses da Sociedade Civil dos países do Bloco.
Instituto para o Agronegócio Responsável (Ares)
Entidade sem fins lucrativos que busca contribuir para o desenvolvimento da
sustentabilidade, com ênfase na atividade agropecuária e agroindustrial brasileira,
por meio da geração e difusão de conhecimento e da estruturação de canais
permanentes de diálogo com as partes interessadas. Trata-se de uma iniciativa do
segmento que objetiva fomentar o desenvolvimento do setor de forma responsável
pelas vias do conhecimento, do diálogo e da comunicação e de levar ao conhecimento
amplo da sociedade. A OCB é uma das 23 entidades associadas que
compõem o ARES e que representam as mais diversas cadeias produtivas ligadas
direta ou indiretamente ao agronegócio brasileiro.
Clique aqui e entre na página do Instituto Ares.
Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM)
As reuniões especializadas do Mercosul discutem acordos e instrumentos firmados
sobre temas de sua competência, em marcos legais e recomendações consensuadas
pelos Estados membros. Nesse âmbito, foi criada, em 2001, a Reunião
Especializada de Cooperativas do Mercosul. A instância atua como órgão de
representação governamental em coordenação com entidades privadas do setor
cooperativo de cada país. Sua instituição não implica a criação de estruturas
burocráticas, mas a formalização de uma situação pré-existente, favorável à
atividade cooperativista. Nesse âmbito, iniciou-se a inserção dos movimentos
cooperativos nacionais no processo de integração do Mercosul.